09/01/09

BEIJÓS E A CULTURA

PORTUGAL, A EUROPA E A ÁSIA NO SÉCULO XXI 

PORTUGAL, A EUROPA E A ÁSIA NO SÉCULO XXI

22 Janeiro

ENCONTROS DA ARRÁBIDA

PORTUGAL, A EUROPA E A ÁSIA NO SÉCULO XXI

 

Seminários Mensais de Investigação

Coordenação: Constantino U. Xavier, (docente no Departamento de Estudos Políticos, Universidade Nova de Lisboa, investigador no Instituto Português de Relações Internacionais IPRI-UNL)

 

PISO 4

Datas: 22 Janeiro, 26 Fevereiro, 26 Março e 23 Abril.

Horário: 14.15-18.00

 

Preço: € 25,00/seminário; € 80,00/4 seminários (50% de desconto a estudantes)

Nº participantes: Máx. 40

 

Entre os alarmistas que anunciam o fim do mundo ocidental perante o “grande século asiático”, e os cépticos que negligenciam o impacto das transformações a Oriente, torna-se necessária uma análise sóbria e informada sobre os reais desafios e oportunidades que a Ásia representa para os interesses portugueses e europeus, bem como para a estabilidade e segurança mundial.

 

No âmbito do projecto “Portugal, a Europa e a Ásia no Século XXI”, o Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-UNL), com o apoio da Fundação Oriente, organiza uma série de quatro seminários que reúnem vários investigadores portugueses que se têm debruçado sobre as dimensões políticas e económicas da Ásia, com particular ênfase para as questões de política externa e segurança internacional envolvendo a China e Índia e outros espaços regionais de crescente importância estratégica, incluindo a Ásia Central, do Nordeste e Sudeste.

 

Os seminários visam assim estimular e alargar em Portugal um debate crítico, já em estado avançando noutros países europeus, sobre uma região do mundo que assume uma importância central para a futura estabilidade internacional.

 

Formato: Com uma sessão em cada mês (tardes de Quinta-feira), os seminários realizam-se entre Janeiro e Abril e assumem um formato interactivo, em que os investigadores apresentam comunicações breves e incisivas, muitas vezes recorrendo à projecção de gráficos e dados, debatendo depois os seus conhecimentos especializados com os participantes.

Este ciclo de seminários é dirigido a um público com um interesse específico pela Ásia, incluindo investigadores, diplomatas, jornalistas, empresários e decisores públicos e privados, bem como a estudantes e ao público em geral.

Cada seminário inclui as comunicações de quatro investigadores, divididos em dois painéis presididos por um moderador convidado. Todos os participantes inscritos receberão, com uma semana de antecedência e por via electrónica, resumos alargados de cada comunicação, bem como informação biográfica sobre os oradores intervenientes. Entre ambos os painéis realiza-se um coffee-break que permite aos participantes contactar de forma mais informal com os oradores, trocar e aprofundar conhecimentos sobre as suas respectivas áreas de interesse.

ORGANIZAÇÃO: Instituto Português de Relações Internacionais, Universidade Nova de Lisboa (IPRI-UNL).Apoio da Fundação Oriente/Museu do Oriente.

CERTIFICADOS

Os participantes podem requerer um certificado de participação emitido conjuntamente pelo IPRI (Universidade Nova de Lisboa) e pela Fundação Oriente, para qualquer um ou para o conjunto dos quatro seminários.

 

PROGRAMAS


22 Janeiro

14:15 – Uma nova Ásia

Moderador: João de Deus Ramos (Fundação Oriente)

Os Estados Unidos podem continuar a ser uma potência asiática?  Carlos Gaspar (IPRI-UNL)

Ásia – o novo epicentro da geopolítica mundial?  Luís Tomé (Universidade Autónoma de Lisboa)

16:15 – A emergência chinesa no hemisfério sul

Qual a real profundidade estratégica da China na América Latina?  Susana Moreira  (Johns Hopkins University)

O impacte para o sistema normativo internacional da aposta chinesa na cooperação Sul-Sul: Um desafio às normas vigentes? Carmen Amado Mendes (Universidade de Coimbra)


26 Fevereiro

14:15 – Índia: reconfigurando a vizinhança regional

Moderador: Marcello Duarte Mathias

Dos Himalaias ao oceano: sobreviverá a Índia ao cerco estratégico chinês? Constantino Xavier (IPRI-UNL)

Quais as novas estratégias e parcerias económicas regionais de Nova Deli? Eugénio Viassa Monteiro (AESE - Escola de Direcção e Negócios)

16:15 – O processo de globalização na Ásia

Moderador: Narana Coissoró  (Instituto do Oriente, ISCSP-UTL)

As estratégias europeias e as relações UE-China num contexto de recessão económica global: o fim da parceria estratégica? Miguel Santos Neves (Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais)

O impacte da crise financeira global na Ásia: a vingança do Estado? Luís Mah (Campanha do Milénio das Nações Unidas)

EUA na Ásia: pode o Ocidente alastrar até ao Índico e Pacífico? Henrique Raposo (Instituto da Defesa Nacional / IPRI-UNL)


26 de Março

14:15 – Os gigantes e a segurança energética

Moderador: Moisés da Silva Fernandes (Instituto Confúcio – Universidade de Lisboa)

O novo contexto geopolítico da Índia de uma perspectiva energética:  Que desafios para a próxima década? Ricardo Soares de Oliveira (Oxford University)

Prospectiva da segurança energética chinesa:  Que dilemas no plano interno e externo? José Manuel Félix Ribeiro e Fátima Azevedo (Departamento de Prospectiva e Planeamento, Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional)

16:15 – Ásia Central e Afeganistão: o heartland geopolítico ressuscita Moderador: José Manuel Duarte de Jesus

Assimetrias e jogos de poder na Ásia Central:  (Des)construção de (in)seguranças? Maria Raquel Freire (Universidade de Coimbra)

Militares, militantes e mullah’s:  poderá a comunidade internacional “vencer” no Afeganistão? Daniel Pinéu (Universidade de Gales – Aberystwyth)


23 de Abril

14:15 – China: política interna e poder militar externo

Moderador: Heitor Romana (Instituto do Oriente, ISCSP-UTL)

China: Direitos do Homem ou Direitos do Cidadão? Raquel Vaz-Pinto (Instituto de Estudos Políticos, Universidade Católica de Portugal)

A sucessão e a promoção política no âmbito das reformas na RPC: uma concessão democrática ou um equilíbrio interno de forças? Hernán Leandro Amado (Diplomata MNE –a  confirmar)

O Exército Popular de Libertação e a cooperação militar regional:  um dos pilares da ascensão/desenvolvimento pacífico da China? Alexandre Carriço (Academia Militar)

16:15 – Novas dinâmicas regionais: o Nordeste e o Sudeste asiático Moderador: Bernardino Gomes (IPRI-UNL)

O dilema das classificações regionais:  Timor-Leste fica no Sudeste Asiático ou no Pacífico Sul? Nuno Canas Mendes (Instituto do Oriente, ISCSP-UTL)

Os gigantes e o anão nuclear:  Quais as estratégias dos EUA e China face à Coreia do Norte? Nuno de Santiago Magalhães  (University of Cambridge)

 

06/01/09

DE BEIJÓS > A ANGOLA - Epidemia ébola...

Angola encerra fronteira RDCongo para evitar epidemia ébolaImprimirE-mail
Fonte: Diário Digital/Lusa - Editado por AD   
Tuesday, 06 January 2009
ImageO Governo de Angola encerrou esta segunda-feira a fronteira que limita a província da Lunda-Norte e a República Democrática do Congo para impedir a propagação do vírus ébola que assola aquele país.
A medida foi anunciada durante uma conferência de imprensa pelo ministro da Saúde angolano, José Van-Dúnem, que garantiu não haver em Angola registo de casos da doença. «A circulação de pessoas e mercadorias junto à fronteira da RDCongo com a província da Lunda-Norte está interdita a partir de hoje, na sequência do surgimento da epidemia de ébola na região do Kassai Ocidental», confirmou o ministro da Saúde. Desde 27 de Novembro de 2008 que ocorre na região de Mueca, RDCongo, uma epidemia por vírus de ébola, confirmada laboratorialmente a 16 de Dezembro, tendo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para a região africana informado as autoridades de Angola desta situação no mesmo dia. «Essa região faz fronteira com a província da Lunda-Norte, onde neste momento estão notificados 40 casos, com 13 mortos», salientou José Van-Dúnem. Segundo o governante, «por causa dos movimentos que existem em relação à província da Lunda-Norte, nomeadamente os mercados transfronteiriços, acções de garimpo de diamantes e pessoas que vivem de um e outro lado, exigem-se medidas que previnam a eventualidade de que a epidemia passe para este lado». Nesse sentido, anunciou que as medidas preventivas a serem tomadas por Angola têm a ver com o aumento da informação de como a doença se manifesta, o reforço da vigilância no sector da saúde para a eventualidade de que possam aparecer casos suspeitos «e permitir que a resposta seja o mais precoce possível». «Também tomámos medidas para que na Lunda-Norte, através da tropa de guarda fronteira, as acções de comércio sejam nesta altura interrompidas e desencorajamos o movimento de pessoas para um e outro lado da fronteira neste momento», frisou. São também províncias de risco a Lunda-Sul, Malange, Moxico e Uíge, onde também deverão ser tomadas medidas preventivas para evitar o surgimento de casos de ébola. «Temos algumas vantagens, como o facto de o país ter vivido há pouco tempo uma epidemia de febre hemorrágica por vírus Marburgo, o que leva a que haja uma grande sensibilização sobre como manusear este tipo de febres hemorrágicas, haja um número grande de pessoal formado e equipas de rotina que estão a ser facilmente reactivadas para que se possa dar garantias aos cidadãos, tranquilizá-los para o surgimento da epidemia», disse José Van-Dúnem. De acordo com o ministro, as populações devem possuir a maior quantidade de informação sobre a importância da higiene, da água com lixívia como desinfectante para a prevenção da doença e, na eventualidade de casos suspeitos, cumprir as regras de biosegurança. «Nada de estar a fazer festas aos mortos de casos suspeitos», avisou o governante, que sublinhou a necessidade de «comunicar às autoridades sanitárias sempre que houver casos suspeitos». O ébola é uma doença infecciosa grave com mortalidade elevada e rápida. Os sintomas mais comuns são edemas, febre alta, conjuntivite, vómitos, náuseas e insuficiências hepáticas e renais e não existe tratamento.

28/12/08

DE BEIJÓS > A ANGOLA - Legislativas de 2012

Angolanos na diáspora votarão nas eleições legislativas 2012ImprimirE-mail
Fonte: Angola Press - Editado por AD   
Wednesday, 24 December 2008
ImageO Ministério da Administração do Território (MAT) vai iniciar, em 2009, a preparação do registo eleitoral dos cidadãos angolanos na diáspora, visando a sua participação nas próximas eleições legislativas, anunciou terça-feira, em Luanda, o seu titular, Virgílio de Fontes Pereira.
“No próximo ano, vamos iniciar uma tarefa muito reclamada pelos angolanos, aqui dentro e fora do país, que tem a ver com a preparação do registo eleitoral no exterior”, salientou o governante, frisando que, embora não seja uma missão típica de condução do MAT, será uma acção que deve e tem a obrigação de dinamizar. Assim, os cidadãos angolanos no exterior com capacidade activa e que estejam em condições de o fazer poderão ser registados para votarem nas próximas eleições legislativas, “sendo que a nossa lei não permite que os angolanos na diáspora votem nas presidenciais”, asseverou o ministro diante dos funcionários do seu pelouro, durante a cerimónia de cumprimentos de fim-de-ano. Entre as tarefas preconizadas pelo MAT, Fontes Pereira ressaltou ainda a actualização do registo eleitoral, entre Abril e Maio, a preparação do pacote legislativo acerca das autarquias locais, que comportará diplomas sobre a institucionalização deste sistema autónomo. Contudo, o ministro condicionou a conclusão da elaboração da legislação inerente à aprovação, pela Assembleia Nacional, da nova Constituição, para que, do ponto de visto de Fontes Pereira, o modelo autárquico respeite aquele que for desenhado pela futura “Lei Mãe”. Na ocasião, anunciou ainda a elaboração, no decurso do próximo ano, da legislação sobre as comissões de moradores, autoridades tradicionais, divisão política administrativa do país, bem como a aprovação do novo estatuto orgânico do MAT, visando a sua modernização. A reforma interna da instituição inclui a criação das direcções provinciais que se encarregarão de promover as acções da actualização do registo eleitoral, preparação dos actos materiais das eleições (presidências, legislativas e autárquicas), e o recenseamento militar, fundamentalmente a nível municipal.

20/12/08

DE BEIJÓS > A ANGOLA - Compra de Banco Português

BCP vende participação no BPI a empresária angolana Isabel dos SantosImprimirE-mail
Fonte: Agência Lusa - Editado por AD   
Thursday, 18 December 2008
ImageO Millennium BCP vendeu a posição de 9,69 por cento que detinha no BPI a uma sociedade da empresária angolana Isabel dos Santos, por cerca de 164 milhões de euros, anunciou esta quarta-feira o banco liderado por Carlos Santos Ferreira.
A Santoro Financial Holdings, que pertence a Isabel dos Santos - filha do Chefe de Estado angolano José Eduardo dos Santos - pagou 1,88 euros por cada acção do BPI, o que representa um prémio de 47 cêntimos, ou 33,3 por cento, face ao valor do fecho de quarta-feira das acções do banco liderado por Fernando Ulrich (1,41 euros). Desta forma, Isabel dos Santos reforça a sua presença no sector bancário português, juntando a participação no BPI à posição de 25 por cento que controla no capital do Banco BIC (liderado por Mira Amaral, antigo ministro da Indústria dos governos de Cavaco Silva). O investimento no BPI permitirá ainda à empresária angolana estreitar as relações com o banco liderado por Fernando Ulrich, que recentemente abriu o capital do Banco Fomento Angola (BFA) à operadora de telecomunicações Unitel (que tem Isabel dos Santos entre os seus accionistas de referência). O BPI torna-se, assim, o segundo grande banco nacional a contar com investimentos angolanos no seu capital, a par do Millennium BCP, que tem como principal accionista a petrolífera angolana Sonangol (com cerca de 10 por cento do capital). A operação está sujeita a não oposição do Banco de Portugal, nos termos do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, refere o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Última Actualização ( Thursday, 18 December 2008 )

18/12/08

EM BEIJÓS > MÉZINHAS DOS NOSSOS AVÓS

ALFACE

Na agricultura de Beijós são cultivadas imensas carradas de Alface. 
Remédios que, por vezes, os Beijosenses desperdiçam. 
Quando têm qualquer problema de saúde, que poderia ser ultrapassado com a alface, nada disso fazem, talvez por desconhecimento. 
Os Nossos Avós eram peritos nestas coisas das "MÉZINHAS CASEIRAS". 
Vejamos:- 
Partes utilizadas: - Folhas. 
Propriedades: - Planta emoliente, calmante, laxante e diurética. 
Uso externo: - Cataplasmas de alface cozida em aplicações sobre queimaduras, furúnculos, abcessos, olhos e plálpebras inflamadas. A água da cozedura é utilizada como loção no rosto contra a acne. 
Uso interno: - Consumo abundante em caso de prisão de ventre e insuficiência hepática. A decocção de folhas é indicada nos casos de palpitações, nervosismo e insónia.