08/02/11

UM OLHAR SOBRE PORTUGAL

PORTUGAL DE ONTEM E DE HOJE - E AMANHÃ?

Há coisas no nosso País que não deviam ser alteradas.
Por vezes as modernices acabam por estragar o legado histórico que nos foi deixado pelos nossos antepassados.
Por este País fora  há muito boa gente preocupada em preservar o que encontrou,  comunicando-o aos seus filhos e netos.
É muito bom!
Vejamos como o embaixador britânico que, muito embora tenha casado com uma portuguesa, concerteza por isso já ganhou outros laços à Terra da mulher, acaba por dizer o que sente sobre aquilo que viveu em Portugal e como gostaria de que muitas coisas se mantivessem inalteradas.
Gostámos de saber.

04/02/11

PORTUGAL E A GUERRA COLONIAL - 50 ANOS DEPOIS

04FEV1961 - SÁBADO - O ATAQUE ÀS INSTITUIÇÕES PORTUGUESAS EM AFRICA
Início da sublevação, levada a efeito por cerca de 100 africanos, contra Portugal, País colonizador.
As guerras que Portugal teve de suportar, em Angola, Moçambique e na Guiné,  durou cerca de 13 anos.
Os resultados:
8289 - Militares portugueses mortos;
66000 - Cidadãos de Angola, Moçambique e Guiné, mortos.
Fuga apressada, aos horrores das guerras, dos europeus portugueses que ali se encontravam radicados, deixando ali todos os bens que grangeram durante a sua vida.

As comemorações em Angola

20/01/11

FORMA DE ESTAR E DE PENSAR > MAS AINDA HÁ CORAGEM PARA SE DIZER O QUE BEM SE PENSA

 « Click que o jumento ensina-lhe o caminho
REFLEXÃO OPORTUNA SOBRE COISAS SOMENOS COM QUE NOS INTOXICAM NA COMUNICAÇÃO SOCIAL. 

O texto que transcrevemos sensibilizou-nos profundamente.
Realmente, já nos enfadam as notícias sobre a morte de Castro. A comunicação social tem explorado o facto demasiado. O destino de Castro, castrado, já nos ocupou demasiado tempo.
Vai sendo tempo de deixar que as suas cinzas repousem sossegadamente nas condutas de ventilação do Metropolitano de New York.
Gostámos do pensamento que o texto encerra.
Vejamos:


"Nauseas




Na mesma semana em que foi assassinado um cronista social faleceu um capitão de Abril, ao primeiro a comunicação social dedica horas, ao segundo dedicou minutos, para o primeiro são ouvidas dezenas de “personalidades”, do segundo nada se diz, do primeiro até temos de saber por onde vão ser distribuídas as cinzas, do segundo soube-se que o corpo esteve algures em câmara ardente, do primeiro traça-se um perfil de grande lutador pelas liberdades, do segundo pouco mais se diz que era um oficial na reserva.
A forma como a comunicação social tem tratado o homicídio de um mero cronista social tem sido, no mínimo abusiva, são jornalistas, astrólogos, parapsicólogos e uma verdadeira procissão de personagens de um jet set rasca e no meio usa-se e abusa-se das imagens onde se vê o cronista a entregar um ramo de flores a Maria Barroso, imagens que já vi serem repetidas quase uma dúzia de vezes.
A forma trágica como terminou aquilo que o cronista descreveu aos amigos que iria ser uma lua de mel é apresentada por astrólogas, parapsicólogos e outros especialistas deste ramo como uma bela história de amor, um misto de um episódio do Morangos com Açúcar com o Romeu e Julieta. Chegamos ao ridículo de ver as astrólogas e parapsicólogos a tentarem demonstrar a culpa do jovem homicida exibindo e-mails e insinuando que este teria conquistado com palavras o distraído apaixonado, dando a entender que como noutro tempos que o enganou.
E anda este país com problemas gravíssimos distraído com um episódio sórdido da lumpen-burguesia deste nosso jet set miserável, como uma pequena seita de sente que se auto-elege como bonita vive de pequenos luxos obtidos à custa de papalvos, um meio onde se promovem personagens patéticas e decadentes a grandes figuras nacionais, onde autarcas financiam discotecas de astrólogas ou ajeitam as contas de idiotas convidando-os para reis do Carnaval.
Todo este espectáculo mórbido que só serviu para os portugueses saberem um pouco mais sobre se fazem e desfazem as paixões conseguidas com trocas de favores começa a provocar-me náusea, já me custa assistir a um telejornal ou abrir as páginas dos jornais, enoja-me que estes jornalistas me queiram fazer pensar que os grandes problemas do país é como acabam as paixões dos nossos socialites, os sítios que querem poluir com as suas cinzas, ou os sms que trocaram com os seus engates.
Lá que insistam em dizer que crónica social é saber com quem namora uma qualquer Lili decrépita e decadente é uma coisa, agora que a sociedade portuguesa é o pequeno mundo dessa pobre gente é outra coisa. O país tem muito mais com que se preocupar com os engates de modelos, comas trocas de sms, com paixões à primeira vista entre jornalistas de 65 anos e modelos de 20. 
Chega, começo a sentir náuseas."

10/01/11

A CAMPANHA ELEITORAL PARA AS PRESIDENCIAIS


Os Tendeiros

É certo que o pioneiro da arruaça foi Defensor Moura. Outra surpresa. Para o pior
Por:Francisco Moita Flores, professor universitário

Confesso, até pela admiração que tenho pela sua obra literária, que não imaginava Manuel Alegre a liderar uma campanha tão ignóbil, tão suja, tão desprovida de dignidade quando se discute o futuro do mais alto cargo do Estado, que é com mágoa que o vejo afundar-se neste mar de peçonha e ressabiamento em que tende a transformar-se a campanha eleitoral.

Os ataques pessoais, contra a honra e o carácter do seu adversário Cavaco Silva, não se compaginam com o poeta que cantou Camões, que deu um sentido universal e de liberdade às palavras e aos poemas escritos em português. É certo que o pioneiro da arruaça foi Defensor Moura. Outra surpresa. Para o pior. Este embirrou com o 10 de Junho, renegou o orgulho de celebrar o Dia de Portugal e de Camões e, para tanto, não se coíbe de mentir. Por causa de uma tenda, imaginem! Decidiu que era tema de campanha eleitoral uma tenda que teve de alugar para as comemorações do 10 de Junho.
A tenda mostra, segundo ele, que Cavaco faz favorecimento a amigos pois, no ano seguinte, a dita tenda terá sido paga por ele à autarquia que recebeu, com orgulho, as celebrações do dia de Portugal. Ora essa autarquia é Santarém. E já explicámos, já mostrámos a factura, que foi publicada, que a tenda dos seus ódios foi paga por Santarém e não pela Presidência. Ao abrigo do mesmo protocolo que ele voluntariamente assinou para as celebrações do Dia de Portugal. Numa das suas intervenções, deixou claro para o que vinha com a sua campanha. Desfazer a imagem de honradez do seu adversário. Nem uma crítica política, nem uma alternativa política surge da parte destes dois concorrentes. Apenas um chorrilho de insultos que mais parece uma briga de tendeiros por um bom lugar na feira.
Há um malabarismo desonesto em toda a história com que estes dois candidatos querem forçar a mistificação sobre o BPN. Queriam que Cavaco antecipasse a história. Sendo que comprou e vendeu acções, de forma legal, num tempo em que o BPN era um banco em pleno funcionamento, que mostrava sinais de ser sadio, em que centenas de milhares de portugueses confiavam, e com o BPN negociaram na mais pura boa-fé, exigem-lhe que soubesse o futuro. Que soubesse que sete anos depois dessa venda, em vez de um banco estivesse ali um covil de manhosos. Não podia saber. Ninguém sabia. Nem a invocação de estarem lá amigos vale alguma coisa. É apenas obscena. E conhecendo-se toda a história, como agora se conhece, não existe crime algum. Ou melhor, existem dois: os crimes de injúrias e difamação com que dois candidatos procuram matar a honra de um adversário. Coisa indigna, para quem quer ser Presidente da República.
.............................................................................................
Mas há...... mais » e............ muito bonito!

08/12/10

NATAL 2010

FELIZ NATAL 2010

Votos Sinceros de uma Feliz Natal e um Ano Novo, 2011,  Cheio das Maiores Venturas, para todos os nossos estimados Amigos, Seguidores e Leitores, e Ex.mas Famílias.

02/12/10

OLHANDO O MUNDIAL DE FUTEBOL DE 2018

MUNDIAL DE FUTEBOL DE 2018


< (Estádio do Dínamo de Moscovo - Foto retirada da Net)



Não sou adepto de qualquer clube de futebol.
Sou simplesmente simpatizante da Selecção Portuguesa de Futebol, desde que o seu jogo, os seus dirigentes ou os seus jogadores não apareçam envolvidos em polémicas, porque aí cessa a minha simpatia.
Há muitas coisas à volta do futebol e tudo isso me enoja.
Há gente que pode não ter pão para a família, mas têm que ter dinheiro para estar num jogo de futebol. Há pessoas que não sabem fazer mais nada, mas lutam para ter um lugar de destaque em qualquer clube de futebol, usando os mais dispares malabarismos.
Depois é aquilo que, nos últimos tempos, tem vindo à praça pública, sobre o futebol e os seus dirigentes.
Não vale a pena falar em lealdade, honestidade ou amizade em torno do futebol, porque tudo isso é posto em causa quando um clube quer ganhar a todo o custo.
Olhando à decisão da FIFA...
Sinceramente, gostei!
Portugal organizou o Euro 2004. Isso implicou a construção de uma mão cheia de Estádios de Futebol.
Então, era voz corrente de que Portugal não ia gastar praticamente nada com esse evento, mas.... que custos acarretaram para o País todos esses estádios? Não tem faltado polémica à volta disso.
Agora, Portugal e Espanha empenharam-se para ganhar a candidatura e organizarem em conjunto esse mundial.
Os governantes portugueses defenderam com unhas e dentes a sua posição, ouvindo-se o argumento de que Portugal não iria ter muita despesa com esse evento e que entrariam rios de dinheiro na economia portuguesa. Estas conversas já não convencem ninguém.
Portugal precisa cada vez mais de quem trabalhe e não de quem filosoficamente vá enganando os Portugueses.
A Rússia está despreocupada com a crise mundial.
Não se tem ouvido falar que este país tenha dificuldades financeiras, talvez que isso tenha pesado na decisão da FIFA. Esta instituição não terá querido correr riscos, perante as débeis economias de Portugal e da Espanha.
Sem dúvida que terá sido a melhor decisão escolher um organizador sem problemas financeiros.

29/11/10

LÁ OU CÁ

SERÁ ASSIM NO BRASIL? »»» E  EM PORTUGAL? ...
Realidades?
O Povo irá descobrindo?
Enveredar pela Política poderá ser uma profissão condigna...

16/11/10

O TOQUE DO SILÊNCIO

O SILÊNCIO

O tempo tudo traz à luz do dia.
Mas... ficamos com a ideia de que o despudor cria heróis que merecem o melhor pedestal.
À Pátria nem tanto, mas... aos Portugueses que tombaram perante alguns gestos, sabiamente relatados aqui

09/11/10

PELO SÃO MARTINHO CASTANHAS E VINHO... E MÚSICA


2010NOV13 - MAGUSTO EM BELAS 

Há sempre alguém que procura manter as tradições.
Seguramente que irá ser bom este convívio, vamos procurar passar por lá e passar alguns momentos junto dos amigos.

26/10/10

QUEM SE HABILITA?

EMPREGOS PARA RECÉM-LICENCIADOS NÃO APARECEM TODOS OS DIAS - ISTO, HOJE, INTERESSA BASTANTE.

Preciso da sua ajuda - procuro contratar Recém-licenciados - Informática, Economia, Gestão, Matemática...

Importância: Alta

Cara (o)

Neste momento, pretendo contratar um conjunto de recém-licenciados  (10) nas seguintes áreas:
  • Economia;
  • Gestão
  • Ciências informáticas;
  • Matemáticas
  • Outras licenciaturas similares
Preferência média >=14

Para integrar os quadros da Hyfas:
  • Iniciarão um curso intensivo SAP;
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A HYFAS Consulting, Fundada em Portugal em 2001, é uma empresa tecnológica que actua no mercado das PMEs e grandes empresas, através da disponibilização de serviços de consultoria, desenvolvimento de soluções verticais, gestão de projectos e acompanhamento de implementações SAP, Business Objects e Outsystems.

A HYFAS tem a sua sede em Oeiras, uma delegação em Gaia e um pólo tecnológico em Torres Novas.

Por favor mandem os vossos cvs para pedro.lancastre@hyfas.pt, e encaminhem este mail para os vossos contactos.

Obrigado pela ajuda

Pedro Lancastre
www.hyfas.pt 
Pedro.lancastre@hyfas.pt

01/10/10

IV FESTIVAL DO BORREGO EM CELORICO DA BEIRA 2010 - Portugal





2010OUT09 - PERCURSO PEDESTRE TRILHO DO BORREGO


Para aqueles que gostam destes festivais e também procuram manter a linha e melhorar a sua mobilidade, aqui deixamos um programa que, com o borrego, a todos aguça os apetites.

Estamos certos que Celorico da Beira não deixará os seus créditos por mão alheias.

17/09/10

A VANGLÓRIA

VISTA POR SANTO AGOSTINHO "IN CONFISSÕES"

«Sou necessitado e pobre, e o melhor que há em mim é aborrecer-me a mim mesmo entre os secretos gemidos do meu coração, buscando eu a vossa misericórdia até ver a minha indigência reparada e aperfeiçoada com a paz desconhecida aos olhos do soberbo.
As nossas palavras, porém, saidas da boca, e as nossas acções conhecidas dos homens, escondem uma tentação muito perigosa, originada de estima do louvor a qual recolhe e mendiga votos e pareceres alheios. A vanglória tenta-me até mesmo quando a critico em mim. Mas eu repreendo-a desse mesmo desejo de louvor.
O homem, muitas vezes, gloria-se vãmente no desprezo da vanglória. Mas, de facto, já não se pode gloriar nesse desprezo da glória, porque quando se gloria, já não despreza a glória! (1)»

»» (1) Os filósofos antigos Antístenes e Diógenes vangloriam-se de desprezar a vanglória!

By Willoughby

13/08/10

A CULTURA E A LÍNGUA PORTUGUESAS ESTÃO MAIS POBRES

MORREU O ESCRITOR RUY DUARTE CARVALHO


Fonte: Diário Digital com Lusa

Friday, 13 August 2010

"O escritor, poeta, cineasta, artista plástico, e antropólogo Ruy Duarte Carvalho morreu na sua casa na cidade de Swakopmund, na Namíbia, aos 69 anos, disse esta quinta-feira à Lusa a escritora angolana Ana Paula Tavares.
Português, e naturalizado angolano na década de 1980, Ruy Duarte de Carvalho foi um autor multifacetado, cuja obra se estende das artes plásticas ao cinema, passando pela antropologia e também pela poesia.
Costumava descrever a sua obra como “meia-ficção-erudito-poético-viajeira”.
Nascido em Santarém em 1941, passou parte da infância e adolescência em Moçâmedes, na província de Namibe, mas regressou à terra natal para frequentar o curso de regente agrícola, que concluiu em 1960.
Retornado a Angola, aí exerceu a profissão, percorrendo as grandes regiões angolanas em que se encontram implantadas áreas da agricultura de rendimento, trabalhando no sector da cafeicultura e conhecendo igualmente as práticas agro-pastoris tradicionais, também chamadas de subsistência.
Em 1967, passou a ocupar-se da criação de ovinos caraculo no sul de Angola e quatro anos depois abandonou esta actividade, fixando-se temporariamente em Maputo e Londres.
Na capital britânica, fez um curso de realização de cinema e televisão e em 1974 regressou uma vez mais a Angola. Mais tarde, entrou para o quadro da Televisão Popular de Angola, onde exerceu as funções de realizador de cinema.
Tornou-se cidadão angolano em 1983 e três anos depois doutorou-se em Antropologia, na École des Hautes Études de Sciences Sociales, de Paris. Lecionou nas universidades de Luanda, Coimbra e São Paulo.
Publicou, entre outras obras, «Vou lá visitar pastores» (1999), sobre os Kuvale, sociedade pastoril do sudoeste de Angola – adaptado ao teatro pelo ator e encenador Manuel Wiborg e estreado na Culturgest, em Lisboa – e “Actas da Maianga – Dizer da(s) guerra(s) em Angola” (2003).
Na poesia, editou «Chão de Oferta (1972)», «A Decisão da Idade» (1976), «Observação Directa» (2000) e “Lavra”, em que reuniu poemas escritos entre 1970 e 2000.
Na ficção, é autor de “Os Papéis do Inglês” (2000), “Como se o Mundo não tivesse Leste” (1977), “Paisagens Propícias” (2005) e «Desmedida» (2006), que lhe valeu o Prémio Literário Casino da Póvoa 2008, entregue no âmbito do encontro de escritores de língua portuguesa e espanhola Correntes d’Escritas.
Depois de estudar cinema, gravou numerosas horas de cinema direto, filmando as populações do sul de Angola e realizou as longas-metragens “Nelisita: narrativas nyaneka” (1982) e “Moía: o recado das ilhas” (1989).
Em 2008, o Centro Cultural de Belém realizou um ciclo sobre a sua vida e obra, o primeiro que dedicou a um autor de língua portuguesa.
Depois de se aposentar, em 2008, passou a residir na segunda maior cidade da Namíbia, Swakopmund, e foi em casa que foi encontrado esta quinta-feira sem vida."

28/07/10

SOMOS O QUE COMEMOS E O QUE FAZEMOS

ALMA SÃ EM CORPO SÃO

Nos tempos que correm, a vida obriga-nos a dispensar maior atenção a tudo o que comemos e ao que fazemos. 
Devemos escolher alimentos de qualidade, que nos garantam mais e melhor saúde.
Mas não chega alimentarmo-nos bem.
Convém evitar o sedentarismo.
Devemos movimentar-nos, fazendo exercícios físicos regularmente.
É muito bom, logo pela manhã, depois de ter ingerido um bom pequeno almoço,  procurando um local despoluído, de preferência fora dos aglomerados urbanos, bem arborizado e aí encher os pulmões de ar.
No final de uma  boa caminhada, de pelo menos uma hora, o dia vai correr melhor, aumentamos a boa disposição e renovamos a alegria de viver.
Por isso, pela sua Saúde... mexa-se sempre!

23/07/10

ANGOLA > LOCAL ONDE OS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES SÃO CONVIDADOS A INVESTIR



2010.JUL.23 - O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA INCENTIVA OS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES A INVESTIR EM ANGOLA


"O Presidente da República pediu esta quarta-feira aos empresários que invistam no interior do país africano. Neste terceiro dia de visita oficial a Angola onde está a fazer um périplo pelo interior do país e participou no Fórum Empresarial Angola Portugal.

Cavaco pede aos empresários que olhem para as “prioridades” de Angola que quer apostar no combate à desertificação do interior.

Em Lubango, província de Huíla, ainda faltam muitas infra-estruturas básicas, mas o Presidente da República incentivou os empresários portugueses a olharem para o potencial agrícola e turístico da região: “Falar de uma aposta no interior de Angola, nesta Província, é reconhecer a necessidade de infra-estruturas que ainda se faz sentir, a despeito dos  progressos verificados nos últimos anos; é costatar o potencial que oferecem actividades como a agricultura e a agro-pecuária, a exploração florestal, as indústrias alimentares, os bio-combustíveis; é, ainda, antever, um tempo em que turistas de todas as proveniências descobrirão, enfim, a beleza das paisagens e a amenidade do clima.”

No final do discurso que dirigiu aos empresários no fórum organizado pela AIP e pela AICEP, Cavaco não deixou de agradecer a forma como foi recebido em Lubango, onde milhares de crianças o receberam cantando músicas e fazendo um cordão desde o aeroporto até ao palácio do governador. Um percurso de cerca de 6 quilómetros. "

12/07/10

ATAQUE CARDÍACO - CONSELHOS DE QUEM SABE

TEMOS QUE ESTAR MAIS ATENTOS
OS CONSELHOS DE QUEM SABE:
"

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 COMO USAR A ASPIRINA NO ATAQUE CARDÍACO, EM CASO DE EMERGÊNCIA:

Uma Nota importante sobre os ataques cardíacos:
Fique sabendo que há outros sintomas de ataques cardíacos, para além da dor no braço esquerdo.
Deve prestar a uma dor intensa no queixo, assim como às náuseas e aos suores abundantes , pois estes também são sintomas vulgares.
 Detalhe:Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante o ataque cardíaco.
60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram.
Porém... a dor no peito, pode acordá-lo de um sono profundo. 
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água.
Em seguida, ligue o 112 e diga «ataque cardíaco» e que tomou duas Aspirinas.
Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos atendentes da Emergência 112 e... NÃO SE DEITA!"
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05/07/10

VAMOS OCUPAR A MENTE COM COISAS PROVEITOSAS


Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35.000 € (TRINTA E CINCO MIL €). 
DIVULGUEM!!!
 "Eu já usei esse direito. 
Um dia, sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto muito bem apresentado com uma broa deliciosa. 
No final apresentaram-me a conta, onde o dito cujo era mais caro que a refeição. 
Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a importância da factura."

Homepage AgenciaFinanceira
ECONOMIA
Maioria dos consumidores desconhece
Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório
 
Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multa e até pena de prisão Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.
O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».
O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar ocouvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».
Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».
«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.
O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»
Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.
Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».

30/06/10

OLHAR PARA A CRISE NACIONAL

"Crise nacional

Creio que a maioria das pessoas ainda não percebeu bem esta crise – e
os economistas não estão a saber explicá-la com clareza.
É verdade, como se tem dito, que há uma ‘crise nacional’ e uma ‘crise internacional’.
Mas, depois desta evidência, a confusão que por aí vai é enorme.
Comecemos pela crise portuguesa.
Trata-se de uma crise profundíssima, potenciada por três factos
capitais: o fim do Império, a passagem da ditadura à democracia e a
entrada na União Europeia.
Tudo isso, que se pensava vir a ter um efeito benéfico na economia,
produziu de facto consequências devastadoras.
O fim do Império limitou-nos o espaço vital, cerceou-nos
matérias-primas e mercados, diminuiu-nos política e psicologicamente.
A passagem da ditadura à democracia (com o seu rosário de greves,
nacionalizações, perseguições, saneamentos, reivindicações laborais
insustentáveis, etc.) destruiu boa parte do nosso tecido económico.
A entrada na União Europeia e a abolição das fronteiras pôs-nos em
confronto com economias muito mais avançadas, acabando de liquidar o
que restava da nossa débil capacidade produtiva.
A crise internacional é de outra natureza.
Ela decorre da globalização e tem duas vertentes.
Por um lado, os produtos feitos no Ocidente começam a não ter
condições para competir a nível global com outros produzidos em países
(China, Índia, Coreia, etc.) onde os salários e as regalias laborais
são muitíssimo inferiores.
Por outro lado, as empresas tendem a transferir cada vez mais as suas
fábricas e serviços de Ocidente para Oriente – o que significa que no
Ocidente vai aumentar o desemprego e no Oriente vai acentuar-se a
procura de mão-de-obra.
E, em consequência disso, no Ocidente baixarão os salários, acabarão
muitas regalias sociais, numa palavra, será posto radicalmente em
causa o tipo de vida que se fez nos últimos 50 anos.
No Oriente, pelo contrário, os salários tenderão a subir e o nível de
vida crescerá.
Assim, a crise que hoje se vive no Ocidente é de natureza diferente
das anteriores.
Antes, eram crises de crescimento do capitalismo dentro da sua área
geográfica; agora, a crise tem a ver com a globalização do
capitalismo.
Repare-se que grande parte do planeta, que até pouco vivia fora do
sistema capitalista, aderiu à sociedade de mercado: basta pensar nas
adesões quase simultâneas da Rússia e da China para se ter uma ideia
do abrupto alargamento da área do capitalismo nos últimos anos.
Os grandes grupos multinacionais, que antes estavam limitados a um
determinado espaço territorial, hoje têm o planeta inteiro para
instalar os seus centros de produção – podendo procurar os salários
mais baixos, as melhores ofertas de mão-de-obra, as menores regalias
dos trabalhadores.
O planeta tornou-se um sistema de vasos comunicantes – onde, para uns
viverem melhor, outros vão ter de viver pior.
Para certas regiões subirem o nível de vida, outras vão
necessariamente perder privilégios.
Perante isto, perguntará o leitor: o que poderemos fazer para inverter
o estado das coisas?
Basicamente, não há nada a fazer.
Os factores que potenciaram a crise nacional são irreversíveis – e a
globalização não vai andar para trás.
Assim, vamos ter de nos adaptar à nova situação, o que significa de
uma maneira simples trabalhar mais e ganhar menos.
Os salários vão baixar (lenta ou abruptamente) entre 10 e 30%, os
horários de trabalho vão aumentar (com a abolição total das horas
extraordinárias), o 13.º e 14.º meses vão ficar em causa, a idade da
reforma também vai ser ampliada (para perto dos 70 anos), o rendimento
mínimo garantido vai regredir drasticamente, o subsídio de desemprego
também vai  diminuir, a acumulação de reformas vai ser limitadíssima.
Muitas ‘conquistas dos trabalhadores’ na Europa, obtidas no
pós-_-guerra, vão regredir.
As leis laborais vão ter de ser flexibilizadas.
O sistema de saúde não  vai poder continuar a gastar o que tem gasto.
Preparem-se, porque não vale a pena protestar.
O que não tem remédio, remediado está.
Dizia há dias, com graça, Ernâni Lopes, a propósito do subsídio de
férias: «Se dissessem a um americano: ‘Para o mês que vem não
trabalhas e ganhas dois ordenados’, ele não acreditava».
Pois  há muitos anos é esta a situação: não trabalhamos nas férias e
recebemos o dobro.
Isto vai acabar."
(By  José António Saraiva)

17/06/10

OS MEUS OLHARES > NA ROTA DA HISTÓRIA - Linha de Torres

2010.JUL.03 - CAMINHADA ALICIANTE

Os Municípios que mais se destacaram nas Guerras Peninsulares, aquando das invasões francesas, 1807-1810, estão empenhados em promover um percurso histórico de 13 km, para 200 caminheiros.
Está bem pensado e parece-me que estará ao alcance de todos, jovens e mais expeirentes (rsrs).
As inscrições estão abertas até ao dia 30 de Junho!
Vamos lá a marcar lugar...

10/06/10

HOLOCAUSTO EM ANGOLA?

SORUMBATICAMENTE FALANDO


Será que as verdades tendem 

em chegar sempre com alguns atrasos?



« " ‘Angola é nossa!’ "





Por António Barreto

SÓ HOJE ME CHEGOU ÀS MÃOS um livro editado em 2007, “Holocausto em Angola”, da autoria de Américo Cardoso Botelho (Edições Vega). O subtítulo diz: “Memórias de entre o cárcere e o cemitério”. O livro é surpreendente. Chocante. Para mim, foi. E creio que o será para toda a gente, mesmo os que “já sabiam”. Só o não será para os que sempre souberam tudo. O autor foi funcionário da Diamang, tendo chegado a Angola a 9 de Novembro de 1975, dois dias antes da proclamação da independência pelo MPLA. Passou três anos na cadeia, entre 1977 e 1980. Nunca foi julgado ou condenado. Aproveitou o papel dos maços de tabaco para tomar notas e escrever as memórias, que agora edita. Não é um livro de história, nem de análise política. É um testemunho. Ele viu tudo, soube de tudo. O que ali se lê é repugnante. Os assassínios, as prisões e a tortura que se praticaram até à independência, com a conivência, a cumplicidade, a ajuda e o incitamento das autoridades portuguesas. E os massacres, as torturas, as exacções e os assassinatos que se cometeram após a independência e que antecederam a guerra civil que viria a durar mais de vinte anos, fazendo centenas de milhares de mortos. O livro, de extensas 600 páginas, não pode ser resumido. Mas sobre ele algo se pode dizer.
O HORROR EM ANGOLA começou ainda durante a presença portuguesa. Em 1975, meses antes da independência, já se faziam “julgamentos populares”, perante a passividade das autoridades. Num caso relatado pelo autor, eram milhares os espectadores reunidos num estádio de futebol. Sete pessoas foram acusadas de crimes e traições, sumariamente julgadas, condenadas e executadas a tiro diante de toda a gente. As forças militares portuguesas e os serviços de ordem e segurança estavam ausentes. Ou presentes como espectadores.
A IMPOTÊNCIA OU A PASSIVIDADE cúmplice são uma coisa. A acção deliberada, outra. O que fizeram as autoridades portuguesas durante a transição foi crime de traição e crime contra a humanidade. O livro revela os actos do Alto-Comissário Almirante Rosa Coutinho, o modo como serviu o MPLA, tudo fez para derrotar os outros movimentos e se aliou explicitamente ao PCP, à União Soviética e a Cuba. Terá sido mesmo um dos autores dos planos de intervenção, em Angola, de dezenas de milhares de militares cubanos e de quantidades imensas de armamento soviético. O livro publica, em fac-simile, uma carta do Alto-Comissário (em papel timbrado do antigo gabinete do Governador-geral) dirigida, em Dezembro de 1974, ao então Presidente do MPLA, Agostinho Neto, futuro presidente da República. Diz ele: “ Após a última reunião secreta que tivemos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia Fanon que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, a fim de provocar a sua debandada de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. A FNLA e a UNITA deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e da sua experiência militar. Desenraízem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruíne toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela”.
ESTES GESTOS DAS AUTORIDADES portuguesas deixaram semente. Anos depois, aquando dos golpes e contragolpes de 27 de Maio de 1977 (em que foram assassinados e executados sem julgamento milhares de pessoas, entre os quais os mais conhecidos Nito Alves e a portuguesa e comunista Sita Vales), alguns portugueses encontravam-se ameaçados. Um deles era Manuel Ennes Ferreira, economista e professor. Tendo-lhe sido assegurada, pelas autoridades portuguesas, a protecção de que tanto necessitava, dirigiu-se à Embaixada de Portugal em Luanda. Aqui, foi informado de que o Vice-cônsul tinha acabado de falar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros. Estaria assim garantido um contacto com o Presidente da República. Tudo parecia em ordem. Pouco depois, foi conduzido de carro à Presidência da República, de onde transitou directamente para a cadeia, na qual foi interrogado e torturado vezes sem fim. Américo Botelho conheceu-o na prisão e viu o estado em que se encontrava cada vez que era interrogado.
MUITOS DOS RESPONSÁVEIS pelos interrogatórios, pela tortura e pelos massacres angolanos foram, por sua vez, torturados e assassinados. Muitos outros estão hoje vivos e ocupam cargos importantes. Os seus nomes aparecem frequentemente citados, tanto lá como cá. Eles são políticos democráticos aceites pela comunidade internacional. Gestores de grandes empresas com investimentos crescentes em Portugal. Escritores e intelectuais que se passeiam no Chiado e recebem prémios de consagração pelos seus contributos para a cultura lusófona. Este livro é, em certo sentido, desmoralizador. Confirma o que se sabia: que a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome. Que a esquerda é capaz de tudo, da tortura e do assassinato, desde que ao serviço do seu poder. Que a direita perdoa tudo, desde que ganhe alguma coisa com isso. Que a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam. A esquerda e a direita portuguesas têm, em Angola, o seu retrato. Os portugueses, banqueiros e comerciantes, ministros e gestores, comunistas e democratas, correm hoje a Angola, onde aliás se cruzam com a melhor sociedade americana, chinesa ou francesa.
PARA OS PORTUGUESES, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que lá julgavam ser possível a sociedade sem classes e os amanhãs que cantam. Para os que lá estiveram, para os que esperavam lá ir, para os que querem lá fazer negócios e para os que imaginam que lá seja possível salvar a alma e a humanidade. Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extracção de petróleo e o comércio de tudo, dos diamantes às obras públicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola é nossa! E nós? Somos de quem?
«Retrato da Semana» - «Público de 13 Abr 08"»
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Houve muita história mal contada sobre tudo aquilo que originou a debandada dos portugueses brancos que trabalhavam naquele país e que tinham lá todos os seus bens e que deixaram para trás!
Agora, o sr. Vasco Lourenço, aquando do falecimento do sr.  Rosa Coutinho, veio dizer que ele terá sido vítima de "calúnias". Terá sido apontado como responsável "injustamente ( ? )" por algumas coisas que se passaram  em Angola e que incentivaram à fuga total dos brancos. Portugal não conseguiu ainda fazer justiça e pedir responsabilidades, sobre tantas injustiças cometidas sobre os portugueses que tiveram que fugir de mãos vazias. 
Mas que terá havido responsáveis portugueses  poucos duvidarão...