20/02/08

BELAS RECORDAÇÕES - Grupo Musical

Quem se lembrará deste Grupo Musical de Huambo - Nova Lisboa, Angola, nos anos 60/70 do Século passado?
Esta fotografia contém a referência à "TABACARIA BAMBI" - Secção de fotografia, Cx. P. 1341 - Nova Lisboa.
Vamos esperar
que os nossos Queridos Amigos identifiquem o Grupo Musical.

14/02/08

ANGOLA - HUAMBO - NOVA LISBOA












Quem terá estudado neste Liceu?
Muitos e bons portugueses, que, anualmente, em sãos convívios, vão matando saudades dos bons momentos que passaram por aquelas paragens, onde, orgulhosamente, foram encaminhados para uma vida social bem conseguida, apesar das vicissitudes que o tempo lhes motivou.
Brevemente, esperamos ter oportunidade de enumerar alguns desses Portugueses, que nos deram o gratificante prazer de, com eles, trabalhar e de conviver.

26/01/08

MÃE NATUREZA

Há momentos em que nada nos faz animar. O Mundo parece desabar e voltar-nos as costas. A dança da natureza ajuda-nos a ultrapassar aqueles instantes mais críticos do dia.

21/01/08

ORGULHO DE SER PORTUGUÊS

O Antigo Estado Português da Índia viu-as nascer.
Nasceram Portuguesas e em tudo sempre honraram o nome de Portugal.
Respeito extremo pelos Símbolos nacionais do seu País, o Hino e a Bandeira.
Ninguém gostava mais que elas da sua Pátria.



14/01/08

PALÁCIO DO DEÃO


This 213 years old mansion was built by a Portuguese noble man, who was the Dean of the Church, and founder of Quepem town.

The house faces the Church he built and is on the banks of the wildly beautiful Kushavati River.

It is built in an unusual style blending elements of Hindu and Portuguese architecture.

Another of its outstanding features are the lush gardens which have managed to preserve their historical features and have, since old times, been known as the most beautiful pleasure gardens in Goa.

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Esta mansão com 213 anos foi construída por um nobre Português, que era o decano da Igreja, e fundador da cidade de Quepem.

A casa situa-se em frente à Igreja que ele construiu, nas margens do rio wildly bela Kushavati.

O Palácio foi construído num invulgar estilo, com mistura de elementos de arquitectura hindu e Português.

Outra das suas principais características é o luxuoso jardim ( lush gardens), que conseguiu preservar sua característica histórica e, desde tempos antigos, foi reconhecido como o mais belo e aprazível jardim de Goa.

By Willoughby

Fonte: Palácio do Deão

FALTAM MULHERES NO MUNDO

FALTAM MUITAS MULHERES NO MUNDO, conforme alerta a UNICEF
Faltam 60 milhões de mulheres no mundo, diz UNICEF O mundo conta com menos 60 milhões de mulheres «do que devia», devido a abortos, homicídios e mortes por maus-tratos, refere um relatório da UNICEF apresentado segunda-feira em Berlim. A organização da ONU refere que muitas das mortes devem-se apenas às vítimas serem do sexo feminino. A situação é particularmente grave na Ásia, onde a UNICEF estima que anualmente morrem mais de um milhão de meninas antes de cumprir um ano de vida. O documento refere ainda que, por exemplo, no Paquistão, 500 mulheres são assassinadas em nome da «honra da família» e, na Índia, uma mulher é queimada viva por motivos religiosos a cada seis horas. A estes casos, soma-se o Bangladesh, onde desde 2000 foram queimadas com ácido mais de 1.100 mulheres e meninas, muitas vezes por se recusarem a manter relações sexuais. De acordo com as contas da UNICEF, na Índia faltam 40 milhões de mulheres, no Bangladesh cinco milhões e no Paquistão entre quatro e oito milhões. O relatório cita ainda o caso da China, onde, enquanto vigorou a política de um filho por casal, o número de bebés do sexo feminino assassinados logo após o nascimento e o número de abortos de fetos femininos assumiu proporções trágicas.

18/12/07

DELÍCIAS DO ORIENTE - Bolo Indiano

Ingredientes:
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 250 grs de farinha de trigo
  • 250 grs de açúcar
  • 1 colher de sopa bem cheia de banha
  • 125 grs de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 1 clara
  • 125 grs de passas corintos
  • casca ralada de 1 limão
  • 1 colher de sopa de aguardente
  • 1 pitada de noz-moscada
  • 1 dl de leite

Confecção:

Numa tigela deitam-se as gemas e a clara, a farinha, a canela, a casca ralada do limão e a noz-moscada. Sobre esta mistura deitam-se as gorduras derretidas e o leite. Bate-se tudo muito bem. Depois de bem batido adicionam-se o bicarbonato, as passas e a aguardente. Envolva muito bem sem bater. Põe-se a massa numa forma que antecipadamente untou com bastante manteiga e polvilhou com farinha. Leve ao forno brando a cozer cerca de 1 hora, mas convém verificar. Depois de cozido, retira-se do forno e desenforma-se.

fonte: Felicia Sampaio - Editora do Roteiro Gastronómico de Portugal

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RECEITAS DE GOA, DAMÃO E DIU - Bebinca das Sete Folhas

Ingredientes:

  • 6 cardomomos
  • 400 grs de açúcar
  • 3 dl de leite de coco
  • 300 grs de farinha
  • manteiga q.b.
  • 10 gemas

Confecção:

Batem-se muito bem o açúcar com as gemas até duplicar de volume. Junta-se o leite de coco e os cardomomos pisados e bate-se mais um pouco. Mistura-se a farinha e bate-se muito bem. Barra-se um forma redonda e lisa com manteiga, deixando uma boa camada no fundo. Leva-se ao forno para aquecer a forma. Retira-se a forma do forno e deita-se uma porção do preparado a cobrir o fundo da forma. Leva-se ao forno para cozer com o lume por cima (gratinador). Quando loura, deita-se nova camada e assim sucessivamente, até as camadas perfazerem 7. Tenha atenção para não deixar tostar demais as camadas (só alourar). Depois de pronto desenforma-se. Sirva fria ou morna.

fonte: Felicia Sampaio - Editora do Roteiro Gastronómico de Portugal

GOA, DAMÃO E DIU

AS RECEITAS DO TEU LIVRO - Bolo de Sêmola

Ovos - Seis; Açúcar - 125 gramas; Sêmola - 125 gramas; Fermento - Uma colher de chá. ***************** Preparação: Batem-se as gemas com o açúcar. Juntam-se-lhe três claras batidas em castelo, a sêmola e o fermento. Vai ao forno em forma untada (com azeite ou manteiga).

07/12/07

ANTIGO ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA - 1

Estamos no ano escolar de 1957/1958. Era assim que, em História na 4.ª Classe, se falava do Antigo Estado Português da Índia: 2.ª Dinastia - Reinado de D. Manuel I - "O VENTUROSO" (1495 - 1521) "(...) Os grandes descobrimentos - D. Manuel I prosseguiu na senda dos seus antepassados para a realização do maior sonho de Glória, que era a dilatação da Fé e do Império pelos quatro cantos do mundo. A frota, já preparada por D. João II para a grande Viagem da Índia, encontrava-se então reunida na praia do Restelo. Compunha-se de três naus (S. Gabriel, S. Rafael e Bérrio) e uma barcaça de mantimentos, levando todas, aproximadamente, uma tripulação de 170 homens. Era seu almirante Vasco da Gama, e piloto, da nau capitânia, Pêro de Alenquer. Assim constituida, e depois de desfraldadas as velas, em que se via a Cruz de Cristo, a armada partiu de Belém com destino à Índia, no dia 8 de Julho de 1497. A 22 de Novembro, dobrava o Cabo da Boa Esperança, a 15 de Abril de 1498 aportava em Melinde e a 20 de Maio do mesmo ano chegava finalmente a Calecute (Índia), depois de ter visitado toda a costa oriental da África. Estava descoberto, por mar, o Caminho do Oriente! Esta imortal odisseia, realizada por Vasco da Gama, assombrou o mundo. (...)" Império Oriental (Conquistas na África e na Índia) - A grandeza e fama de Portugal eram então celebradas por todo o Mundo. Nem tudo estava, porém, concluido. Mas a cruzada começada pelo Infante D. Henrique ia entrar na sua fase decisiva, sob os auspícios do Rei Venturoso. D. Francisco de Almeida, 1.º Vice-rei da Índia, conquistou, na costa oriental da África, Mombaça e Quiloa (1505); fundou, no Oriente, as fortalezas de Cananor, Angediva e Cochim; e, perto de Dio, desbaratou uma poderosa armada egípcia; Afonso de Albuquerque, 2.º Vice-Rei, guerreiro invencível e conquistador de renome mundial, tomou Ormuz, Goa e Malaca, fundando na Índia um vasto império português (1507-1511); Lopo Soares de Albergaria, 3.º Vice-Rei, dominou Colombo, na ilha de Ceilão. (...)" "Título do Rei - Depois de descoberto o caminho marítimo para a Índia e de assegurado tão grande império, que se dilatava pelos confins da África, Ásia, América e Oceania, D. Manuel I tomou o pomposo título de Rei de Portugal e dos Algarves, daquém e dalém Mar, em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia. (...)" "Monumentos - O Mosteiro dos Jerónimos, erigido em comemoração da descoberta do caminho marítimo para a Índia, é uma obra colossal e magnificente. Foi construido por Boitaca e João de Castilho. Nele se encontram sepultadas as cinzas do rei Venturoso, seu fundador. "

04/12/07

ANTIGO ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA

Estamos no ano escolar de 1957/1958. Era assim que, em Geografia na 4.ª Classe, se falava do Antigo Estado Português da Índia: Situação: Compreende este Estado os territórios de Goa, na costa do Malabar; O de Damão, à entrada do Golfo de Cambaia, tendo agregados os territórios de Dadrá e Praganã Nagar Avely; e o da pequena Ilha de Diu, na costa Guzarate. O território de Goa, o mais importante, é limitado a Norte pelo Rio Tiracol, a Leste e a Sul pela cordilheira dos Gates, e a Oeste pelo Oceano Índico. Superfície: A superfície do Estado da Índia é, aproximadamente, 20 vezes menor do que a de Portugal Continental. O maior dos três territórios é o de Goa e o menor o de Diu. Este é 71 vezes menor do que aquele. Relevo: Os territórios de Goa e Damão são muito acidentados, tendo como principais serras a dos Gates, Vaqueli e Chadernate no de Goa. Hidrografia: Os rios principais que correm no território de Goa são: Tiracol, ao Norte, servindo de fronteira; Chaporá, tendo a sua foz junto da vila do mesmo nome; Mandovi, desaguando por um estuário, junto de Nova Goa; Zuari, desaguando também por um largo estuário junto de Mormugão; e o Sal, um pouco ao Sul deste. Em Damão há apenas como rio principal o de Damão-Gougá, que tem a sua foz junto de Damão. Clima: Em quase toda a colónia o clima é quente e doentio. Fauna: Há todas as espécies de animais domésticos e bastantes tigres, lobos, gatos bravos, leopardos, crocodilos e outros. Produções: Produz arroz, coqueiros, palmeiras, sal, madeiras (teca, pau ferro, etc.) e excelentes frutas. Indústrias: Tem várias indústrias, entre elas a da pesca, a da tecelagem, a do descasque do arroz, do fabrico do óleo de coco, do sal e a fabricação de telhas, etc. População: A sua população é de cerca de 600.000 habitantes. Esta colónia está dividida em três distritos: o de Goa, tendo como capital a cidade de Pangim ou Nova Goa, O de Damão, tendo como capital Damão e o de Diu, tendo como capital Diu. Além destas povoações há ainda a de Goa-Velha, antiga Capital, e a de Mormugão, hoje Vasco da Gama, magnifico porto, ambas no território de Goa. A Capital do Estado da Índia é Pangim ou Nova Goa, cidade onde reside a autoridade superior, O Governador Geral. Vias de Comunicação: Além de várias estradas tem o caminho de ferro de Mormugão à Índia Inglesa.

27/11/07

A OUTRA FACE DA VILLA DA LAGE





> Proprietários da Villa da Lage, que herdaram dos seus antepassados.




A outra face desta Villa, vista no Outono.
Estamos a observá-la da Rua do Vale da Bica.



09/11/07

VILLA DA LAGE -1
















Foi nesta casa que, no dia 21 de Outubro de 1945, nasceu o nosso conterrâneo Zacarias Pais do Amaral.


Então, o seus avós paternos, Zacarias Coelho do Amaral e Maria da Piedade, encontravam-se emigrados no Brasil. Autorizaram que, dois dos seus três filhos que lhes restavam, Armindo Coelho do Amaral e Messias Coelho do Amaral, ali habitassem em vez de andarem por casas de renda, de estranhos.

23/10/07

VILLA DA LAGE 1


Villa da Lage vista do Outeiro dos Castelos - Vale da Bica.
Fica encostada às casas que foram de Rafael Marques Carvalhal (já falecido), Por cima do mini mercado Loureiro, no Vale da Loba.
Olhando para a a Casa do António A. Almeida, a Villa fica-lhe mesmo em frente para quem observa a fotografia.

06/10/07

VILLA DA LAGE

Como é bom relembrar o passado?
Todos nós, ainda que uns mais e outros menos, guardamos na memória boas recordações da vida.
Recordar o passado é reviver os tempos da meninice!
Isso torna jovens os mais velhos, porquanto contribui, sobremaneira, para a sua auto estima, por a vida lhe ter dado experiência e ensinado outra maneira de encarar as andanças deste Mundo!

Recordar a Villa e rever a casa que acolheu Z-3, anunciada em BEIJÓS XXI, que motivou o baptismo deste Blogue, em cuja foto de entrada está inserida, é eternizar a saudade de outros tempos.

CINISMO

Nunca faltam amigos à nossa mesa; Poucos são os que encontramos nos momentos difíceis da vida!

05/10/07

GENEROSIDADE

Entrega-te aos teus amigos sem ideias pré-concebidas, com o espírito claro e alegre. Aprende a dar sem reter, se queres crescer em sabedoria e em amor.

HIPOCRISIA

É bom ver os amigos por gosto ou por estima, É lastimável cultivá-los por interesse.

13/09/07

POESIA PORTUGUESA

VISEU SENHORA DA BEIRA (Fado) Viseu, Senhora da Beira Eternamente bonita Fidalga e sempre romeira D'uma beleza infinita; Numa das mãos o rosário Na outra o fuso a bailar Ao longe a voz do Hilário Cantando um fado ao luar. Refrão Viseu, Linda cidade museu Onde Grão-Vasco nasceu O génio de pintor nato Alvor, Do Lusitano valor Desse genial pastor Que se chamou Viriato. Viseu, Das serras erectas Como castelo vulqueiro A musa d'alguns poetas Como foi Tomás Ribeiro; Ai como eu gosto de vê-la Branca de neve e até Sulcando a Serra da Estrela De tamanquinha no pé. Refrão (...) By Graciano/Willoughby

11/08/07

INDIA - Do PASSADO ao PRESENTE rumo ao FUTURO

" “Um prato de salada onde as coisas se misturam” Dizia Indira Ghandi, a ex-primeira ministra, para ilustrar a diversidade da Índia, um país que não pode ser reduzido a um ou outro cliché extremo. Made in Índia é um menu para entender o «eco-sistema» económico, social e geopolítico da democracia mais populosa do mundo, bem como as oportunidades geradas pela revolução económica iniciada em 1991. Oportunidades, mesmo ao nível pessoal – faltarão 500.000 profissionais por ano para empregos qualificados até 2010. Quando Vasco da Gama, ao fim de um ano de viagem, avistou Calecute, em 17 de Maio de 1498, andava à procura de um tal «Prestes João das Índias», que, jamais, acharia. Mais do que o «descobrimento» de um caminho marítimo, com a chegada à Índia, os navegadores portugueses de Quinhentos deram o pontapé de saída da primeira vaga de globalização, que marcaria o declínio do Oriente e a emergência das primeiras potências ocidentais globais. Nos 450 anos que passaram de permeio, os ocidentais retiveram da Índia as especiarias, a «jóia da Coroa» britânica, a miséria chocante, o Kama Sutra (Kamasutram, aforismos sobre o desejo), o Taj Mahal, o banho no Ganges e a figura ímpar de Ghandi. A Índia ficou reduzida a um conjunto de clichés e postais ilustrados que deixaram os europeus distraídos. Subitamente, no novo milénio, o mundo ocidental ‘redescobriu’ a Índia. Primeiro com os call-centres e os programadores baratos, depois com a implantação de centros de investigação pejados de cientistas e a emergência de Bangalore – considerado o Silicon Valley da Ásia – ou de Bollywood (o maior centro de produção cinematográfica do mundo). Ou, mais prosaicamente, como destino para uma cirurgia barata e para um pulo ao Taj Mahal ou ao paraíso turístico e gastronómico de Goa. Mas, a globalização não tem um único sentido. Os europeus e norte-americanos aperceberam-se com algum atraso que, só no último ano e meio, as multinacionais indianas já investiram 10 mil milhões de dólares em fusões e aquisições no estrangeiro. A aquisição recente mais mediática foi a do gigante europeu Arcelor. Também noutros campos menos falados, como o militar e o geopolítico, muito há a compreender. O livro está bem recheado de informação para o leitor ajuizar. Made in Índia, mais um livro da série sobre as economias emergentes, iniciada pelo Centro Atlântico com a publicação de Made in China (de Zhibin Gu), é uma obra de autor do próprio país, escrita com base na visão e na cultura de um insider, à semelhança do que ocorrera com o título anterior." _______________ Fonte: Centro Atlântico - Made in Índia: A próxima superpotência económica e tecnológica