MORREU O ESCRITOR RUY DUARTE CARVALHO
Fonte: Diário Digital com Lusa
Friday, 13 August 2010
"O escritor, poeta, cineasta, artista plástico, e antropólogo Ruy Duarte Carvalho morreu na sua casa na cidade de Swakopmund, na Namíbia, aos 69 anos, disse esta quinta-feira à Lusa a escritora angolana Ana Paula Tavares.
Português, e naturalizado angolano na década de 1980, Ruy Duarte de Carvalho foi um autor multifacetado, cuja obra se estende das artes plásticas ao cinema, passando pela antropologia e também pela poesia.
Costumava descrever a sua obra como “meia-ficção-erudito-poético-viajeira”.
Nascido em Santarém em 1941, passou parte da infância e adolescência em Moçâmedes, na província de Namibe, mas regressou à terra natal para frequentar o curso de regente agrícola, que concluiu em 1960.
Retornado a Angola, aí exerceu a profissão, percorrendo as grandes regiões angolanas em que se encontram implantadas áreas da agricultura de rendimento, trabalhando no sector da cafeicultura e conhecendo igualmente as práticas agro-pastoris tradicionais, também chamadas de subsistência.
Em 1967, passou a ocupar-se da criação de ovinos caraculo no sul de Angola e quatro anos depois abandonou esta actividade, fixando-se temporariamente em Maputo e Londres.
Na capital britânica, fez um curso de realização de cinema e televisão e em 1974 regressou uma vez mais a Angola. Mais tarde, entrou para o quadro da Televisão Popular de Angola, onde exerceu as funções de realizador de cinema.
Tornou-se cidadão angolano em 1983 e três anos depois doutorou-se em Antropologia, na École des Hautes Études de Sciences Sociales, de Paris. Lecionou nas universidades de Luanda, Coimbra e São Paulo.
Publicou, entre outras obras, «Vou lá visitar pastores» (1999), sobre os Kuvale, sociedade pastoril do sudoeste de Angola – adaptado ao teatro pelo ator e encenador Manuel Wiborg e estreado na Culturgest, em Lisboa – e “Actas da Maianga – Dizer da(s) guerra(s) em Angola” (2003).
Na poesia, editou «Chão de Oferta (1972)», «A Decisão da Idade» (1976), «Observação Directa» (2000) e “Lavra”, em que reuniu poemas escritos entre 1970 e 2000.
Na ficção, é autor de “Os Papéis do Inglês” (2000), “Como se o Mundo não tivesse Leste” (1977), “Paisagens Propícias” (2005) e «Desmedida» (2006), que lhe valeu o Prémio Literário Casino da Póvoa 2008, entregue no âmbito do encontro de escritores de língua portuguesa e espanhola Correntes d’Escritas.
Depois de estudar cinema, gravou numerosas horas de cinema direto, filmando as populações do sul de Angola e realizou as longas-metragens “Nelisita: narrativas nyaneka” (1982) e “Moía: o recado das ilhas” (1989).
Em 2008, o Centro Cultural de Belém realizou um ciclo sobre a sua vida e obra, o primeiro que dedicou a um autor de língua portuguesa.
Depois de se aposentar, em 2008, passou a residir na segunda maior cidade da Namíbia, Swakopmund, e foi em casa que foi encontrado esta quinta-feira sem vida."
13/08/10
A CULTURA E A LÍNGUA PORTUGUESAS ESTÃO MAIS POBRES
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Willoughby
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8/13/2010 03:52:00 p.m.
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28/07/10
SOMOS O QUE COMEMOS E O QUE FAZEMOS
ALMA SÃ EM CORPO SÃO
Nos tempos que correm, a vida obriga-nos a dispensar maior atenção a tudo o que comemos e ao que fazemos.
Devemos escolher alimentos de qualidade, que nos garantam mais e melhor saúde.
Mas não chega alimentarmo-nos bem.
Convém evitar o sedentarismo.
Devemos movimentar-nos, fazendo exercícios físicos regularmente.
É muito bom, logo pela manhã, depois de ter ingerido um bom pequeno almoço, procurando um local despoluído, de preferência fora dos aglomerados urbanos, bem arborizado e aí encher os pulmões de ar.
No final de uma boa caminhada, de pelo menos uma hora, o dia vai correr melhor, aumentamos a boa disposição e renovamos a alegria de viver.
Por isso, pela sua Saúde... mexa-se sempre!
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Diva
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7/28/2010 05:52:00 p.m.
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Temas:- Saúde
23/07/10
ANGOLA > LOCAL ONDE OS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES SÃO CONVIDADOS A INVESTIR

2010.JUL.23 - O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA INCENTIVA OS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES A INVESTIR EM ANGOLA
No final do discurso que dirigiu aos empresários no fórum organizado pela AIP e pela AICEP, Cavaco não deixou de agradecer a forma como foi recebido em Lubango, onde milhares de crianças o receberam cantando músicas e fazendo um cordão desde o aeroporto até ao palácio do governador. Um percurso de cerca de 6 quilómetros. "
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Willoughby
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7/23/2010 02:44:00 p.m.
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Temas:- Angola, Nova Lisboa - Huambo, Turismo, Viagens
12/07/10
ATAQUE CARDÍACO - CONSELHOS DE QUEM SABE
TEMOS QUE ESTAR MAIS ATENTOS
OS CONSELHOS DE QUEM SABE:
"
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Willoughby
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7/12/2010 01:53:00 p.m.
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Temas:- Saúde
05/07/10
VAMOS OCUPAR A MENTE COM COISAS PROVEITOSAS
"Eu já usei esse direito. Um dia, sentei-me no restaurante e consumi um prato de presunto muito bem apresentado com uma broa deliciosa. No final apresentaram-me a conta, onde o dito cujo era mais caro que a refeição. Invoquei a lei e foi-me retirado de imediato a importância da factura."
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Willoughby
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7/05/2010 08:09:00 p.m.
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30/06/10
OLHAR PARA A CRISE NACIONAL
Creio que a maioria das pessoas ainda não percebeu bem esta crise – e
os economistas não estão a saber explicá-la com clareza.
É verdade, como se tem dito, que há uma ‘crise nacional’ e uma ‘crise internacional’.
Mas, depois desta evidência, a confusão que por aí vai é enorme.
Comecemos pela crise portuguesa.
Trata-se de uma crise profundíssima, potenciada por três factos
capitais: o fim do Império, a passagem da ditadura à democracia e a
entrada na União Europeia.
Tudo isso, que se pensava vir a ter um efeito benéfico na economia,
produziu de facto consequências devastadoras.
O fim do Império limitou-nos o espaço vital, cerceou-nos
matérias-primas e mercados, diminuiu-nos política e psicologicamente.
A passagem da ditadura à democracia (com o seu rosário de greves,
nacionalizações, perseguições, saneamentos, reivindicações laborais
insustentáveis, etc.) destruiu boa parte do nosso tecido económico.
A entrada na União Europeia e a abolição das fronteiras pôs-nos em
confronto com economias muito mais avançadas, acabando de liquidar o
que restava da nossa débil capacidade produtiva.
A crise internacional é de outra natureza.
Ela decorre da globalização e tem duas vertentes.
Por um lado, os produtos feitos no Ocidente começam a não ter
condições para competir a nível global com outros produzidos em países
(China, Índia, Coreia, etc.) onde os salários e as regalias laborais
são muitíssimo inferiores.
Por outro lado, as empresas tendem a transferir cada vez mais as suas
fábricas e serviços de Ocidente para Oriente – o que significa que no
Ocidente vai aumentar o desemprego e no Oriente vai acentuar-se a
procura de mão-de-obra.
E, em consequência disso, no Ocidente baixarão os salários, acabarão
muitas regalias sociais, numa palavra, será posto radicalmente em
causa o tipo de vida que se fez nos últimos 50 anos.
No Oriente, pelo contrário, os salários tenderão a subir e o nível de
vida crescerá.
Assim, a crise que hoje se vive no Ocidente é de natureza diferente
das anteriores.
Antes, eram crises de crescimento do capitalismo dentro da sua área
geográfica; agora, a crise tem a ver com a globalização do
capitalismo.
Repare-se que grande parte do planeta, que até pouco vivia fora do
sistema capitalista, aderiu à sociedade de mercado: basta pensar nas
adesões quase simultâneas da Rússia e da China para se ter uma ideia
do abrupto alargamento da área do capitalismo nos últimos anos.
Os grandes grupos multinacionais, que antes estavam limitados a um
determinado espaço territorial, hoje têm o planeta inteiro para
instalar os seus centros de produção – podendo procurar os salários
mais baixos, as melhores ofertas de mão-de-obra, as menores regalias
dos trabalhadores.
O planeta tornou-se um sistema de vasos comunicantes – onde, para uns
viverem melhor, outros vão ter de viver pior.
Para certas regiões subirem o nível de vida, outras vão
necessariamente perder privilégios.
Perante isto, perguntará o leitor: o que poderemos fazer para inverter
o estado das coisas?
Basicamente, não há nada a fazer.
Os factores que potenciaram a crise nacional são irreversíveis – e a
globalização não vai andar para trás.
Assim, vamos ter de nos adaptar à nova situação, o que significa de
uma maneira simples trabalhar mais e ganhar menos.
Os salários vão baixar (lenta ou abruptamente) entre 10 e 30%, os
horários de trabalho vão aumentar (com a abolição total das horas
extraordinárias), o 13.º e 14.º meses vão ficar em causa, a idade da
reforma também vai ser ampliada (para perto dos 70 anos), o rendimento
mínimo garantido vai regredir drasticamente, o subsídio de desemprego
também vai diminuir, a acumulação de reformas vai ser limitadíssima.
Muitas ‘conquistas dos trabalhadores’ na Europa, obtidas no
pós-_-guerra, vão regredir.
As leis laborais vão ter de ser flexibilizadas.
O sistema de saúde não vai poder continuar a gastar o que tem gasto.
Preparem-se, porque não vale a pena protestar.
O que não tem remédio, remediado está.
Dizia há dias, com graça, Ernâni Lopes, a propósito do subsídio de
férias: «Se dissessem a um americano: ‘Para o mês que vem não
trabalhas e ganhas dois ordenados’, ele não acreditava».
Pois há muitos anos é esta a situação: não trabalhamos nas férias e
recebemos o dobro.
Isto vai acabar."
(By José António Saraiva)
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Willoughby
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6/30/2010 07:09:00 p.m.
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17/06/10
OS MEUS OLHARES > NA ROTA DA HISTÓRIA - Linha de Torres
Os Municípios que mais se destacaram nas Guerras Peninsulares, aquando das invasões francesas, 1807-1810, estão empenhados em promover um percurso histórico de 13 km, para 200 caminheiros.
Está bem pensado e parece-me que estará ao alcance de todos, jovens e mais expeirentes (rsrs).
As inscrições estão abertas até ao dia 30 de Junho!
Vamos lá a marcar lugar...
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Willoughby
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6/17/2010 11:41:00 a.m.
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Temas:- Caminhadas
10/06/10
HOLOCAUSTO EM ANGOLA?
SORUMBATICAMENTE FALANDO
Será que as verdades tendem
em chegar sempre com alguns atrasos?
Por António Barreto
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Willoughby
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6/10/2010 07:08:00 p.m.
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Temas:- Angola
08/06/10
VAMOS AGUÇAR OS APETITES
CREME DE LEGUMES COM GAMBASIngredientes para 4 pessoas:3 c. sopa de manteiga 1 dente de alho picado 1 cebola as rodelas 1 cenoura picada 1 talo de aipo picado 1,2l de caldo de peixe 4 c. de sopa de vinho tinto 1 c. de sopa de polpa de tomate 1 folha de louro, sal, pimenta qb 600g de gambas cruas sem cascas 100g de natas batidas | ||
Preparação:
Bom apetite.......... mas cuidado com as dietas! | ||
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Diva
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6/08/2010 02:20:00 p.m.
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06/06/10
O PERIGO DAS LÂMPADAS DE BAIXO CONSUMO


EM PORTUGAL AINDA NINGUÉM TERÁ FALADO DISTO - MAS O MINISTÉRIO DA SAÚDE BRITÂNICO ALERTA Se o mercúrio é um mineral altamente tóxico, temos que estar prevenidos, para tomarmos os devidos cuidados quando manuseamos estas lâmpadas de baixo consumo.
ASSIM:
»» Se alguma lâmpada destas se partir, todas as pessoas que ocuparem o respectivo espaço têm que sair, pelo menos durante 15 minutos.
»» O mercúrio nelas contido causa:
- Enxaquecas;
- Desorientação;
- Desequilíbrios;
- E outros diferentes problemas de saúde, quando inalado
»» Outros cuidados a ter:
- Não aspirar os fragmentos e o pó dessa lâmpada, porquanto o aspirador ao ser usado noutras dependências da casa vai poluir o respectivo ar com o mercúrio.
- Os fragmentos devem ser limpos com vassoura ou escova normal e colocados num saco de plástico devidamente fechado e colocado no recipiente de lixo ou materiais perigosos.
AVISO: O mercúrio é perigoso, mais venenoso do que o chumbo ou o arsénio.

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Willoughby
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6/06/2010 09:16:00 p.m.
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Temas:- Lâmpadas de baixo consumo, Perigos, Saúde
30/05/10
OS MEUS OLHARES NO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS - LISBOA > I
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Willoughby
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5/30/2010 08:33:00 p.m.
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Temas:- Mosteiro dos Jerónimos
18/05/10
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 2010
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Willoughby
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5/18/2010 02:59:00 p.m.
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Temas:- Dia Internacional dos Museus
15/05/10
TALVEZ SEJA UM ATENTADO ÀS DIETAS
Pronto a servir!

RECEITA DE SOUFLÉ DE QUEIJO
Ingredientes:
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Willoughby
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5/15/2010 07:19:00 p.m.
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Temas:- Culinária
13/05/10
BENTO XVI - NO ENCONTRO COM O MUNDO DA CULTURA - LISBOA
"Lisboa: Cadeira histórica para Bento XVI no encontro com o mundo da Cultura
Papa vai sentar-se numa cátedra feita em meados de 1700
No encontro com o mundo da Cultura, previsto para as 10h00 do dia 12 de Maio, no Centro Cultural de Belém, Lisboa, o Papa vai sentar-se numa cadeira feita em meados de 1700 para o 2º Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Manoel da Câmara (1754-1758).
A cadeira, de braços, reflecte bem o hibridismo por que se pauta a generalidade da produção de mobiliário português dessa época.
Peça executada no contexto das diversas encomendas destinadas ao novo edifício da Igreja Patriarcal de Lisboa, após o terramoto de 1755, poderá ser atribuída ao entalhador Silvestre de Faria Lobo, ou a um artífice do seu círculo de influência.
Conceituado mestre entalhador da Casa Real, com vasta actividade, por estes mesmos anos, ao serviço da Congregação Patriarcal, a ele se devem, com efeito, diversas peças para a nova Igreja.
De elegante sinuosidade, sem dúvida filiada nos modelos franceses das fauteuils do tempo de Luís XV, nela se reconhecem também anacrónicas estruturas de perfil rectilíneo.
Revestida a veludo carmesim e madeira dourada, especial destaque merece o trabalho decorativo do seu espaldar, com ornamentação entalhada de gosto rocaille, enquadrando o escudo do patriarca D. José Manoel da Câmara.
A peça pode ser vista em Lisboa, na exposição “A Igreja Lisbonense e os Patriarcas”, patente ao público no núcleo museológico do Mosteiro de São Vicente de Fora.
O Papa Bento XVI visita Portugal de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto." «««««
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Bernardino
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5/13/2010 09:54:00 a.m.
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Temas:- História de Portugal, Humanidade, Religião, Turismo, Viagens, Visita de Bento XVI
08/05/10
CULINÁRIA QUE NOS FAZ SONHAR
Ingredientes: Preparação: Pronto a servir!
**********************************Ver + > © Receitasde.com.pt
Receita de Folhado de Bacalhau
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Willoughby
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5/08/2010 10:21:00 p.m.
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Temas:- Culinária
01/05/10
CULINÁRIA ESPECIAL
Preparação: |
- Pré-aquecer o forno a 180º. Unte uma assadeira (40x30) com margarina. Reservar.
- Coloque os biscoitos num saco plástico resistente e próprio para alimentos e amasse com um rolo de macarrão até triturar bem.
- Coloque em uma tigela, junte metade do queijo ralado, misture e reserve.
- Em outra tigela, junte o queijo ralado restante, as claras batidas, os brócolos, o repolho, o purê de batatas, a margarina, sal e a pimenta a gosto e misturar bem.
- Divida a mistura em 16 porções, modele com as mãos formando os croquetes e passe na mistura de biscoitos esmigalhados e queijo, envolvendo bem.
- Coloque os croquetes na assadeira, leve ao forno pré-aquecido e asse por cerca de 40 minutos ou até ficarem dourados, retirando-os de seguida. »»»»»»»»»»»»»»»»»»Pronto a servir!
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Willoughby
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5/01/2010 04:06:00 p.m.
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Temas:- Culinária
30/04/10
ONDE ESTÁ O AMOR?
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Willoughby
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4/30/2010 12:29:00 p.m.
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Temas:- Cidadãos do Mundo
27/04/10
DIA MUNDIAL DA ACTIVIDADE FÍSICA
2010.MAI.02 - OEIRAS, SEGURAMENTE, VAI ESTAR MOVIMENTADA.
Desfrutando de uma paisagem esplêndida sobre o Rio Tejo, Oeiras não podia, de forma alguma, ficar de fora destes eventos, pelos belos percursos de que dispõe na combinação perfeita entre a floresta e a água.
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Willoughby
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4/27/2010 11:01:00 a.m.
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Temas:- Caminhadas, Desporto
24/04/10
DOCE TENTAÇÃO
Ingredientes: Preparação: Pronto a servir! Será boa esta sobremesa depois do bacalhau com broa
QUANDO QUEREMOS EMAGRECER E NOS TENTAM
Receita de Clafoutis de Cereja
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Willoughby
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4/24/2010 06:35:00 p.m.
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Temas:- Culinária
22/04/10
BRASIL E PORTUGAL 510 ANOS DEPOIS


«« (Fotos retiradas da Net)
Reza a História:
"No dia 22 de Abril, de modo que não se sabe com certeza se foi acidental ou já premeditado - embora as recentes pesquisas historiográficas demonstrem que os portugueses tinham, no mínimo, alguns fortes indícios de haver terra no outro lado do Atlântico (graças à carta da viagem de Vasco da Gama) -, avistou-se terra chã, com grandes arvoredos: ao monte. Ao grande monte, Cabral baptizou de Monte Pascoal e à terra deu o nome de Ilha de Vera Cruz — posto que não se pensava ser uma terra muito extensa -; depois, descobriu-se ser um continente, denominaram-na Terra de Santa Cruz (hoje Porto Seguro, no Estado brasileiro da Bahia). Aproveitando os alísios, a esquadra bordejou a costa baiana em direcção ao norte, à procura de uma enseada, achada afinal pouco antes do pôr-do-sol do dia 24 de Abril, em local que viria a ser chamado Baía Cabrália. Ali permaneceram até 2 de maio, quando rumaram para as Índias, cumprindo finalmente seu objectivo formal de viagem, deixando dois degredados e dois grumetes que desertaram.
No dia 24 de Abril, Cabral recebeu os nativos no seu navio. Então, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pêro Vaz de Caminha, recebeu o grupo de índios que reconheceram de imediato o ouro e a prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — o que fez com que os portugueses inicialmente acreditassem que havia muito ouro naquela terra. Entretanto, Caminha, em sua carta,[5] confessa que não sabia dizer se os índios diziam mesmo que ali havia ouro ou se o desejo dos navegantes pelo metal era tão grande que eles não conseguiram entender diferentemente. Posteriormente, provou-se que a segunda alternativa era a verdadeira.
O encontro entre portugueses e índios também está documentado na carta escrita por Caminha. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheceram os animais que traziam os navegadores, à excepção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho, os quais os índios rejeitaram. A curiosidade tocou-lhes pelos objectos não reconhecidos - como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objectos reconhecidos - os metais preciosos. Fez-se curioso e absurdo aos portugueses o fato de Cabral ter vestido-se com todas as vestimentas e adornos os quais tinha direito um capitão-mor frente aos índios e estes, por sua vez, terem passado por sua frente sem diferenciá-lo dos demais tripulantes.
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Diva
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4/22/2010 10:18:00 a.m.
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Temas:- História de Portugal







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